Dill – Aneto ou Endro

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Dill – Aneto ou Endro
Origem: Sul da Rússia e Mar Mediterrâneo.
Características: Planta delicada, de folhas verde-azuladas bem finas, atinge 80cm de altura. O dill é muito parecido na aparência com o funcho (ou erva-doce), seu parente.
História
Os primeiros registros do dill são de 3.000 a.C. e vem do Iraque, mas também existem descobertas arqueológicas citando-o, já na Idade da Pedra, no território da atual Suíça. A Bíblia registra que os egípcios o cultivaram em torno de 2.000 a.C. Os romanos utilizaram o dill para temperar aves e vinho ou para estimular as funções do intestino e estômago. O dill se espalhou pela Europa inteira até a Escandinávia, onde tornou-se a erva fundamental. Na Alemanha medieval, usava-se uma almofadinha com a planta embaixo da blusa para se proteger dos feitiços das bruxas, e para ser usado como afrodisíacoO Dill na culinária

Também conhecido por aneto, é muito usado na cozinha sueca, finlandesa, russa e polaca para aromatizar salmão e batatas novas.
Também é utilizado em saladas na parte ocidental da Turquia. Tem um aspecto semelhante ao do funcho mas o sabor é muito diferente.
Também faz parte indispensável da cozinha búlgara, nomeadamente na preparação de alguns pratos típicos como a famosa sopa fria de verão chamada “tarator”, para aromatizar pratos e sopas de cogumelos, ou saladas como a salada branca de neve e de pepinos.

Uso medicinal
Propriedades medicinais: Antidiarréica, antiemética, antiespasmódica, anti-inflamatória, antisséptica, aperiente, aromática, carminativa, depurativa, digestiva, diurética, dispepsia, estimulante, estomáquica, galactagoga, hipnótica, laxante, resolutiva, supurativo.

Indicações: Aerofagia, ânsia de vômito, aumentar o leite das mães, cólica intestinal em recém-nascidos, em dietas sem sal (rico em sais minerais), digestão, dismenorreia, dispepsia, dor de dente, espasmos gastrointestinais, flatulências, fígado, furúnculo, gases, hiperacidez estomacal, insônia, inflamação dos olhos, limpeza e desinfecção de feridas, queimaduras e úlceras dérmicas, meteorismo, resfriado, soluços.

Contraindicações/cuidados: Contraindicado o uso interno de óleo essencial durante a gravidez, lactância, para menores de seis anos e pessoas com gastrite, úlcera gastroduodenal, síndrome de intestino irritável, colite ulcerosa, enfermidade de Crohn, hepatopatia, epilepsia, mal de Parkinson e outras enfermidades. neurológicas. O óleo essencial pode causar fitofotodermatite (furanocumarinas). em doses elevadas é convulsivante.

 

 

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